30.10.06
É ainda a cor dos dias em que os bem-me-quer começam a florir. Amarelos, brancos e cor-de-rosa, os que por aqui decidiram viver. E eu penso novamente em pegar na mala de cartão e deixar o meu castelo por uns tempos.
19.10.06
8.10.06
A viagem termina quando encerramos as nossas fronteiras interiores. Regressamos a nós, não a um lugar.
Mia Couto, O outro pé da sereia
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19:28
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21.9.06
Noto: paraíso imaginado
fonte: DN 27 Agosto 2006, Boa Vida XII (não está online)
A pensar em sair novamente, desta vez para a Sicilia. E assim que estiver de férias sigo para Noto, como me diz o artigo de jornal. Afinal o paraíso vai estar alí, à minha espera. E perante isso, as Eólicas com o Stromboli, o Etna, Palermo, Agrigento e a viagem até Malta ficam para um próxima.
PS - Não prometo voltar.
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21:38
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15.9.06
Primavera, Verão, Outono, Inverno... e Primavera
Um filme Coreano que tentei rever, por duas vezes, esta semana na Cinemateca. Vi-o em tempos em que ainda se falava na feira popular e se apanhava o comboio para casa. Queria reve-lo pela simplicidade que em que decorre, por ser Coreano, pela nostalgia dos dias passados na Coreia.
Porque é quase Outono e mal dei pelo Verão passar. Porque em breve voltará o Inverno e mal senti o calor do sol de Verão...
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23:05
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13.9.06
Uma boa ideia?
De Pozzallo dar um saltinho até Malta de ferry. São só 90 min.
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23:27
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11.9.06
Passa-se algo de muito errado
Dei comigo a tentar combinar mais um jantar e percebi que só tenho tempo daqui a um mês. As malas de férias/fins de semana por desfazer já não se fecham e guardam, voltam a ser feitas. Comida em casa não há e o pó no começa a incomodar-me. No meio disto só as plantas mantém o seu bom ar.
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22:17
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3.9.06
Pós - férias com irregularidades na bagagem*
De mãos azuis, depois de ter lavado o meu lindissimo turbante Berbere azul, contente por ter seguido o conselho do meu guia de montanha para comprar um pano sete vezes mais caro com a vantagem de não perder a cor. Mas não era sobre as minhas mãos ou a minha casa de banho tingidas com índigo (ou qualquer outro pigmento, sabe-se lá onde está a verdade das informações dadas por marroquinos) que queria escrever.
Estava aqui a arrumar a roupa lavada e deparei-me com as coisas que comprei em Marakesh, à pressa, acompanhada no supermercado por um simpático taxista que me carregava o cesto das compras. Que fazer às calças com ar de saca de batatas que usei durante quase uma semana?
Já para não falar das meias verde bandeira aos losangos vermelhos e azuis nem das cuecas enormes que fizeram um jeitão. Ao fim de quatro dias nessas andanças apercebi-me que nunca tinha estado tanto tempo sem olhar para a mim, felizmente nas montanhas não há espelhos, nem sequer as casas berberes têm vidros nas janelas.
Lição a aprender: viajar sempre sem espelho.
* = 8 dias com a bagagem perdida
Já para não falar das meias verde bandeira aos losangos vermelhos e azuis nem das cuecas enormes que fizeram um jeitão. Ao fim de quatro dias nessas andanças apercebi-me que nunca tinha estado tanto tempo sem olhar para a mim, felizmente nas montanhas não há espelhos, nem sequer as casas berberes têm vidros nas janelas.
Lição a aprender: viajar sempre sem espelho.
* = 8 dias com a bagagem perdida
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00:03
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29.8.06
O meu momento alto:
Toubkal, 4167 m
Um cume, por cima das nuvens, alcançado com os meus pés.
1h30 de avião e o mundo muda. Uma aventura.
Valeu pela beleza das montanhas a perder de vista, pelas gentes tão diferentes que vivem já aqui ao lado.
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21:44
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11.8.06
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